22 de novembro de 2012
13 de maio de 2011
PROTAGONISMO JUVENIL
Reunião nas Escolas de Ensino Médio Inovador no período entre março e abril de 2011, para apresentação e encaminhamentos das ações a serem desenvolvidas com vistas à organização dos Grêmios Estudantis.
Escolas Visitadas/Data
EE Pascoal Ramos – 16/03/2011
EE Profº Fernando Leite de Campos – 29/03/2011
EE Francisco A. Ferreira Mendes – 31/03/2011
EE Dione Augusta S. Souza – 01/04/2011
EE Liceu Cuiabano Maria de Arruda Muller – 04 e 07/04/2011
EE Profº Nilo Póvoas – 18 e 19/04/2011
Visite o Guia Grêmio Estudantil (link ao lado)
Protótipos para a Integração Curricular
Ensino Médio: Protótipos para a Integração Curricular
http://www.unesco.org/new/pt/brasilia, na sessão de Publicações.
Professora de LE classificada no Exame TOEFL/ILEP
Professora de Nova Olímpia é classificada
em etapa nacional do ILEP
Cuiabá, 13 de maio de 2011.
A Profa. Bianca está em Cuiabá para participar do Exame TOEFL, terceira etapa da seleção nacional. A recepção da representante de Mato Grosso na seletiva foi efetivada pela Profa. Neiva Boeno, coordenadora do Programa no estado.
Bianca desenvolve projetos de Língua Inglesa na própria escola onde trabalha, além das aulas curriculares. Isso já fez com que um aluno, da escola e do seu projeto, ficasse entre os 5 (cinco) finalistas de Mato Grosso no Programa Jovens Embaixadores, em 2010. “Os alunos estão cada vez mais interessados em estudar a Língua Inglesa, já projetando o futuro: o cenário da Copa em 2014”, afirma.
29 de abril de 2011
EE PASCOAL RAMOS DE CUIABÁ MT
EE NILO POVOAS DE NOBRES - MT
VISITE O SITE : http:www.nilopovoas.blogspot.com/
11 de março de 2011
O EMIEP
Esta dualidade educacional e profissional parece constituir-se num problema político de difícil solução e que vem se repetindo ao longo da história.
Portanto, antes de tratar do ensino Médio Integrado à Educação Profissional veremos um breve histórico dessa modalidade de ensino, que aqui dividiremos em três momentos:
Vigência da Lei 5.692/71
Lei 9.394/96 (LDB) aos dias de hoje
Período anteriorà Lei 95.692/71
Da colonização em que os primeiros aprendizes de ofícios eram os índios e os escravos até o início dos anos 70 do século XX, o país habituou-se a ver a educação profissional como destinada somente a elementos das mais baixas categorias sociais.
Exemplo disso são as Leis Orgânicas da Educação Nacional, promulgadas entre 1942 e 1946, que definem como objetivo do ensino secundário e normal “formar as elites condutoras do país”, ficando para o ensino profissional o objetivo de oferecer “formação adequada aos filhos dos operários, aos desvalidos da sorte e aos menos afortunados, aqueles que necessitam ingressar precocemente na força de trabalho”.
Observa-se, aqui, que os cursos de educação profissional não permitiam o prosseguimento de estudos, ou seja, o aluno que tivesse estudado cursos técnicos não podia fazer curso superior.
A Lei Federal nº 1.076/50 permitia que concluintes de cursos profissionais pudessem continuar estudos acadêmicos nos níveis superiores, desde que prestassem exames das disciplinas não estudadas naqueles cursos e provassem “possuir o nível de conhecimento indispensável à realização dos aludidos estudos”. A Lei Federal nº1.821/53 dispunha sobre as regras para a aplicação desse regime de equivalência entre os diversos cursos de grau médio. Essa Lei só foi regulamentada no final do mesmo ano, pelo Decreto nº 34.330/53, produzindo seus efeitos somente a partir do ano de 1954.
Lei 5.692/71 ao início dos anos 90
Grande parte do quadro atual da educação profissional pode ser explicada pelos efeitos dessa Lei.
Desse quadro não podem ser ignoradas as centenas e centenas de cursos ou classes profissionalizantes sem investimentos apropriados e perdidos dentro de um segundo grau supostamente único
Isto não interferiu diretamente na qualidade da educação profissional das instituições especializadas, mas interferiu nos sistemas públicos estaduais de ensino, que não receberam o necessário apoio para oferecer um ensino profissional de qualidade compatível com as exigências de desenvolvimento do país.
Lei 9.394/96 – LDB aos dias atuais
Ensino Médio e técnico, incluindo redes federal, estadual, municipal e privada;
Universidades públicas e privadas, que oferecem, além da graduação e da pós-graduação, serviços de extensão e atendimento comunitário;
Ensino profissional regular e livre, concentrado em centros urbanos e pioneiros na formação à distância (via correio, internet ou satélite) (Manfredi, 2003, p. 144).
Portanto, em se tratando da política educacional pública a partir das possibilidades de organização da Educação Profissional, particularmente nas redes estaduais de ensino, nota-se que prevaleceu, por decisão dos governos, a política de oferta de cursos básicos (independentes de escolaridade prévia) e de cursos técnicos (concomitantes ou subsequentes), levando à quase extinção, em todo o país, da oferta de cursos de Ensino Médio profissionalizante.
Os desdobramentos materializados com a reforma do Ensino Médio efetivada pelo Decreto 2.208/97 estabelecem uma organização curricular para a Educação Profissional de nível técnico de forma independente e articulada ao Ensino Médio, associando a formação técnica à educação básica.
ensino, contando com matrícula única para
cada aluno;
II- concomitante, no mesmo estabelecimento
de Ensino ou em instituições de ensino
distintas, aproveitando as oportunidades
educacionais disponíveis, ou mediante
convênio de intercomplementaridade; e
III - subseqüente, oferecida a quem já tenha
concluído o ensino médio.
Deve-se considerar que, mesmo essa legislação tendo muitos limites, não se pode negar que ela avança, uma vez que a possibilidade de integração entre escolarização e profissionalização se faz presente e "tanto a LDB quanto o novo decreto regulamentador da Educação Profissional, o Decreto 5.154/04, não admitem mais essa dicotomia que separa a teoria da prática" (Brasil, 2004, p. 5).
O artigo 3º do Decreto 5.154/2004 traz como novo, alterando totalmente o antigo decreto, a articulação entre a Educação Profissional Técnica de nível médio e o Ensino Médio através da forma:
ensino, contando com matrícula única para
cada aluno;
É preciso dizer que identificamos essa forma como aquela que corresponde às necessidades e aos direitos dos trabalhadores, pelo fato de admitir a realização de um único curso com duração de 3 a 4 anos, possibilitando ao jovem, ao final, a conclusão da educação básica e da educação profissional.
Para isso oferta assistência financeira e técnica (obras, gestão, formação de professores, etc) para que os estados e municípios dêem em contrapartida novas matrículas de Educação Profissional Técnica em sua rede de educação pública de forma inteiramente gratuita, com qualidade e eficiência.
Uma, de caráter geral, implica que a educação profissional seja voltada para todos os cidadãos com o propósito de prepará-los para o mundo do trabalho.
Outras três concepções são mais específicas:
a criação de itinerários formativos e
a de ser uma forma atrativa de incentivar o retorno de jovens e adultos à escola.
O mundo do trabalho não é só o que o capital oferece, mas também o que o próprio cidadão pode construir e iniciar, ser um gerador de emprego e renda também
Decreto 5.154/2004
Parecer 16/1999 CNE/CEB
Parecer 39/2004 CNE/CEB
Marcionilio, Wilson João Alves. A Organização da Educação Profissional no Brasil
Soares, Alex. Educação profissional: Pontos e contrapontos entre 5.692/71 e 9.394/96. Recanto das Letras. 2008
Colombo, Irineu. Brasil Profissionalizado: Um Programa que sistematiza na prática a Educação Profissional e Tecnológica
Ramos, Marise Concepção do Ensino Médio Integrado
Ministério da Educação, História da Educação Profissional
Mjuarez. Sistema Educativo Nacional de Brasil. Unesco
Ministério da Educação. Ensino Médio integrado à Educação Profissional. Boletim 07/2006
SENAI-SP. A educação profissional no Brasil, ontem e hoje.
3 de março de 2011
Integração e Gestão
Fala: Catarina Cortez - Superintendente de Gestão Escolar
Gestão da Unidade Escolar
· Gestão escolar: desafio fundado nas circunstâncias.
· Agregação de características para uma boa gestão: capacidade de diálogo, de percepção, de apreensão da realidade e de ação.
· O Ensino Médio: necessidade de sonhos e ideologia; não se pode acomodar na dormência; deve atender à integralidade do ser humano.
· Questão decisiva: educação para subordinar ou emancipar?
· PPP: clareza de propósitos da educação; tudo alinhado e voltado para as finalidades contidas na LDB.
· Gestão: trabalhar com e através dos outros, fazendo bem feito no tempo disponível.
· “O planejamento só tem sentido se o sujeito coloca-se numa perspectiva de mudança”. (Vasconcelos)
Atividade/ 2º Dia: 25 de fevereiro
Itens discutidos
Conclusões dos grupos
1. Processo de escolha do curso e participação da comunidade
· Grande maioria: o curso foi construído em parceria com as comunidades, sendo assim o PPP da escola está em consonância com essas discussões.
· Levantamento estatístico da economia do município e da região
· Reunião com pais, alunos, professores para a apresentação da proposta do curso a ser oferecido.
· Pesquisa com empresas, associações comerciais, agricultores e outros.
· Organização dos dados coletados junto à comunidade, tabulação e verificação das preferências e demandas.
· Levantamento da disponibilidade do Recurso Humano (professor com formação técnica na área) no município ou nas proximidades para atender o Curso a ser oferecido pela escola.
2. Problemáticas levantadas pelas escolas
· O atraso na entrega de equipamentos e laboratórios.
· Problemas de estrutura física (em especial na rede elétrica).
· A evasão dos alunos, dificultando a composição de novas turmas.
· A burocracia que atrapalha a manutenção d o mesmo quadro de profissionais dos anos anteriores.
3. Sugestões
· Encontros de formação com mais momentos de troca de experiências de que palestras.
4. Relação entre o Plano de curso de EMIEP e o PPP da escola
· O PPP é a alma da escola, pois todas as ações e propostas estão contidas nele.
Integração e Ensino Médio
Fala: Teresinha Maria da Costa – Gerente Curricular do Ensino Médio
· Lei 11.741/2008: consolidação (através da inserção dos artigos 36 A, B, C e D (Secção IV-A)
· O trabalho como eixo fundante da atual educação de nível médio, possibilitando ao educando o prosseguimento aos estudos.
· Resolução 04/2010 CNE/CEB: diretrizes para a educação básica, facultando profissões técnicas.
Integração Curricular
Fala: Marcos Amado Gonçalves da Silva - Coordenador do Ensino Médio
· Nova forma de organização do tempo e das práticas escolares.
· A essencial transversalidade nos currículos.
· O trabalho como interferente na realidade social.
· A discussão como alimentadora da construção do Projeto Político Pedagógico na Escola.
· Os objetivos e metodologias como elementos centrais da programação curricular.
· A prática social como ponto de partida do qual deriva o currículo.
Integração: História e Leis
Fala: Hercules Assunção – Gerente do EMIEP (CEM/SUEB/SEDUC).
Histórico: Aspectos legais do curso de EMIEP e política da educação profissional de nível médio
· Lei Federal 4.024/61: plena equivalência entre todos os cursos do mesmo nível.
· Lei 9.394/96 aos dias atuais: dois níveis distintos – educação básica e educação superior – e uma modalidade complementar – a educação profissional (que pode ser desenvolvida em diversos níveis, para jovens e adultos com escolaridades diversas, de forma concomitante ou posterior.
Decreto 2.208/97 e Portaria 646/97: regulamentação da Educação Profissional
· Decreto 5.154/2004, Parecer CNE/CEB 39/2004, Resolução CNE/CEB 01/2005, parágrafo 3º. Do art. 12 da Resolução CNE/CEB 03/98: atualização das Diretrizes Curriculares para o Ensino Médio e para a educação profissional técnica de nível médio.
Programa Brasil Profissionalizado e PPP
· Aos estados, com recursos próprios das respectivas redes, coube a contratação de professores e o gerenciamento e manutenção das escolas e equipamentos recebidos.
· Enfatizou que a ferramenta principal de gestão do PBP é o SIMEC, operado em plataforma Web e acessado pelos Estados, Municípios, órgãos de controle e pela gestão do Governo Federal.
Superintendência Sueb e Integração
Falas de Abertura
Composição da Mesa
· Francisco da Costa Silva – Representante do Ministério da Educação (Programa Brasil Profissionalizado/MEC)
· Aidê de Fátima Campos – Superintendente da Educação Básica (SUEB/SEDUC-MT)
· Willian Silva de Paula – Pró-reitor de Ensino do Instituto Federal de Mato Grosso (PROEN/IFMT)
· Marcos Amado Gonçalves da Silva – Coordenador de Ensino Médio (CEM/SUEB/SEDUC-MT)
· Débora Pedrotti Mansila – Superintendente de Diversidades Educacionais (SUDE/SEDUC-MT)
EMIEP E INTEGRAÇÃO
24 e 25 de fevereiro de 2011
Hotel Mato Grosso Palace
Cuiabá/MT
Integração com a Rede Fisica.
Integração entre PPP e PDE I
Fala: Neiva de Souza Boeno - Coordenadoria do Ensino Médio (SUEB)
Apresentação do Sistema de Integração entre PPP e PDE
· Estado de Mato Grosso: pioneiro no acesso à internet a todas as escolas da rede.
Integração entre PPP e PDE II
· CEFAPROS: darão treinamentos e capacitações aos profissionais.
Encerramento
“A escola é uma instituição de natureza educativa. Ao diretor cabe, então, o papel de garantir o cumprimento da função educativa, que é a razão de ser da escola. (...) antes de ser administrador ele é um educador”. (Saviani, 1996, p. 2)
